Um quadro grave e desolador, na maior parte das vezes. Com esta frase, podemos resumir o clima que domina a região da Jordânia.

Porque viver na Jordânia nos remete a tais características? A tão falada “guerra santa”, perseguições e conflitos políticos, ideológicos e religiosos, tem levado cada vez mais pessoas, refugiadas em boa parte da Síria, a não viverem, mas sobreviverem, em um território que revela dor, destruição e medo.

O sofrimento é latente em todas as partes na Jordânia. Porém, a esperança surge sempre como uma fagulha de luz divina, mostrando que o poder de Cristo é maior que tudo, dando um sopro de vida, onde a vida, parece encontrar sua faceta de maior aflição.

Numa matéria publicada pelo Comitê Internacional da Cruz Vermelha, a seguinte descrição definiu bem o estado de espírito das pessoas que se encontram na Jordânia:

“Para os refugiados sírios que moram na Jordânia, a vida é repleta de dificuldades diárias. A assistência humanitária torna suas vidas um pouco mais fáceis, mas vivem com a presença constante de medo, ansiedade e a esperança de um futuro melhor.” (Fonte: https://www.icrc.org/pt/document/refugiados-sirios-na-jordania-o-medo-ansiedade-e-esperanca-fazem-parte-do-dia-dia).

A realidade da Jordânia nos faz, muitas vezes, refletir qual é o nosso papel na sociedade e no mundo. Em 2015, uma pesquisa registrou que  86% de refugiados urbanos vivem abaixo da linha de pobreza Jordana, o que significa cerca de US$ 95 per capita ao mês.

“Com a lotação de Zaatari, o número de refugiados em busca de abrigo no segundo campo da Jordânia, Azraq, aumentou nos primeiros seis meses deste ano” disse Adrian Edwards, porta-voz do ACNUR, em Genebra. (Fonte: https://www.acnur.org/portugues/2015/07/28/campo-de-refugiados-de-zaatari-na-jordania-completa-tres-anos-com-desafios-para-seus-milhares-de-habitantes/).

Radicalismo, violência, perseguição a todos aqueles que não professam a fé islâmica, infelizmente refletem a realidade do dia a dia na Jordânia.

Como intervir neste realidade desoladora?

Acompanhe a matéria do Ministério Nação da Cruz no próximo boletim!