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UM MINISTÉRIO SACRIFICIAL

Mensagem Pastoral

UM MINISTÉRIO SACRIFICIAL

"Eu de muito boa vontade gastarei e me deixarei gastar pelas vossas almas. Se mais abundantemente vos amo, serei menos amado?" (II Coríntios 12.15).

Apesar da dureza de coração dos coríntios, Paulo não desistia de seu ministério entre eles. Paulo estava disposto a sacrificar-se pelos coríntios e a amá-los mesmo quando eles recusavam-se a corresponder ao seu amor. O apóstolo recusava-se a permitir que a relutância por parte dos coríntios limitasse seu serviço. O modelo ministerial de Paulo, espelhado no ministério de Jesus nos ajuda a refletir a respeito do nosso próprio ministério e nosso relacionamento com o rebanho sobre o qual Deus nos colocou como pastores e pastoras.

Matthew Henry comenta: "se outros negligenciam seu dever para conosco, isso não significa necessariamente que devamos negligenciar nosso dever para eles".

Se nosso cônjuge não corresponde ao nosso afeto como devem isto não nos dá licença para negligenciar nosso afeto para ele ou ela. Se nossos filhos endurecem seus corações e
nos desobedecem, isso não nos dá liberdade para abandoná-los.

Somos desafiados a amar mesmo quando não somos amados. Como Paulo, não devemos buscar apenas aquilo que nos deixa confortáveis. Somos desafiados a exercer nosso ministério para servir aos outros e, em última instância, para a glória de Deus.

Este tipo de atitude centrada em Deus é raro e, sejamos honestos, é difícil. É contra nossa natureza amar aqueles que não nos amam, servir aqueles que não reconhecem nossos
esforços, buscar o interesse de outros antes dos nossos próprios interesses. Entretanto, sejamos nós pastor ou pastora; marido ou mulher; pai ou mãe; amigo ou amiga seja qual for nossa relação com os outros, este deve ser o nosso alvo (Filipenses 2:1-4).

Buscando esse alvo tornamo-nos melhores testemunha de Jesus que renunciou a tudo para que nós tivéssemos vida. E glorificamos a Deus que "nos amou quando éramos ainda
pecadores".

 

Tenha um abençoado mês de maio!

Bispo João Carlos

INTEGRIDADE

"Quem anda em integridade, anda seguro..." (Provérbios 10.9)

Jó, tornou-se "o maior de todos os do Oriente" (Jó 1.3). Ele era "homem integro e reto" (1.1).

Daniel distinguiu-se entre os seus pares (presidentes e sátrapas) que, com inveja, "procuravam ocasião para acusar a Daniel a respeito do reino; mas não puderam achá-la, nem culpa alguma; porque Danel era fiel, e não se achava nele nenhum erro nem culpa" (Daniel 6.1-4).

Algo parecido aconteceu com José, a quem Potifar confiou todo o seu reino. José era confiável!

Esses homens não eram grandes pregadores, não tinham grande capacidade retórica, nem eram perfeitos. Mas eles eram íntegros! Integridade foi a marca do ministério de cada um deles e a razão da excelência do seu trabalho no Reino de Deus.

Obviamente a igreja se alegra com algumas características dos seus líderes tais como boa oratória; capacidade administrativa; humor; visão; determinação; força de vontade, etc. Como líderes, nós temos maior ou menor habilidade em cada uma dessas áreas. Integridade, porém, não é negociável.

Na verdade, integridade é o que qualquer empresa espera de seus funcionários; é o que os pais procuram cultivar em seus filhos e filhas; é o que esperamos de profissionais com os quais lidamos no nosso dia a dia, tais como médicos; professores; vendedores. 

Mas acima de tudo, é o que Deus requer daqueles e daquelas que são chamados/as para liderar o seu povo.

Homens como Jó; José e Daniel andaram em integridade nos piores e nos melhores momentos de suas vidas. E porque andaram em integridade, andaram seguros!

Você e eu, com a graça de Deus, também podemos andar em integridade e andar seguros.

No amor de Jesus,

Bispo João Carlos

PERCEPÇÃO VERSUS REALIDADE

"Também conservei em Israel sete mil, todos os joelhos que não se dobraram a Baal, e toda boca que o não beijou" (I Reis 19.18).

Um dos maiores e mais conhecidos atos do profeta Elias aconteceu exatamente no Monte Carmelo onde, a seu pedido, Deus enviou fogo do céu incendiando o altar. Em seguida Elias destruiu 400 profetas de Baal.

Logo após aquele ato milagroso Elias foi forçado a fugir porque Jezabel (esposa do rei Acabe e uma adoradora de Baal) jurou que o mataria por causa do que ele havia feito.
Elias entrou em profunda depressão depois desse evento. Ele fugiu para o deserto e, sentando-se debaixo de um zimbro, pediu a Deus que tirasse sua vida.

No seu desencorajamento ele imaginava ser o único profeta de Deus que ainda restava com vida.
A percepção de Elias, porém, não era realidade. Sua percepção da realidade estava distorcida por causa do cansaço e da depressão. Deus informou Elias de que de fato havia 7.000 representantes dele na terra que não haviam se dobrado a Baal.

Essa história é narrada em I Reis nos capítulos 18 e 19.
Pense nisso: Elias está pensando que ele é o único homem de Deus que sobrou naquela terra. Deus, porém afirma que existem 7.000 homens. Que tremenda discrepância entre a percepção de Elias (um homem de Deus) e a realidade comunicada pelo próprio Deus. E Deus está afirmando que ele mesmo conservou aqueles 7.000 homens.

Isso também pode acontecer com você e comigo. Olhamos a nossa situação e concluímos, baseados nas circunstancias e nos sentimentos, que a realidade é dessa ou daquela forma. Deus, porém, está nos dizendo: ?Não, você não está vendo o que eu estou vendo, ou o que eu sei, ou o que eu estou fazendo. A situação é bem diferente do que você está percebendo?.

Tenhamos cuidados com as nossas percepções e nossas conclusões. Quando ansiosos/as, busquemos conselho de homens e mulheres de Deus. Peçamos a Deus que nos revela a visão DELE sobre a realidade, de tal forma que nossas decisões possam redundar em bênçãos para nós e para aqueles/as que nos rodeiam.

No amor de Jesus,

Bispo João Carlos

NÃO SEREI CONFUNDIDO

"Porque o Senhor Jeová me ajuda, pelo que não sou envergonhado; por isso, pus o meu rosto como um seixo e sei que não serei confundido" (Isaías 50:7)

Os comentários bíblicos consideram essa afirmação de confiança e fé como parte de uma profecia messiânica relacionada a Jesus. Creio, porém, que pode ser aplicada às nossas vidas também. São quatro frases distintas, cada uma delas construída a partir da anterior. 
"Porque o Senhor Jeová me ajuda": A palavra hebraica traduzida como "ajuda" tem, em sua raiz, o significado de "rodear", "proteger". A segurança fundamental que temos como filhos e filhas de Deus é a segurança de sua constante ajuda e de seu constante cuidado. 
"Pelo que não sou envergonhado": O significado original da palavra traduzida como "envergonhado" é "ferido emocionalmente", "insultado" ou "desgraçado". 
"Por isso, pus o meu rosto como um seixo": A palavra "seixo" transmite a idéia de "consistência", "determinação". É uma proclamação de determinação baseada nas duas verdades anteriores. Jesus demonstrou essa atitude em Lucas 9:51: "E aconteceu que, completando-se os dias para a sua assunção, manifestou o firme propósito de ir a Jerusalém". Nós também precisamos dessa determinação. A certeza da proteção do Senhor nos livra do medo e da covardia. 
"E sei que não serei confundido": Note a segurança expressa na expressão "eu sei". Não é apenas sentimento. É convicção baseada em experiências vividas anteriormente. 
Oro para que Deus dê ao corpo pastoral e à liderança da Sexta Região, essa mesma convicção de fé para enfrentar o trabalho e as lutas durante o ano de 2017.

No amor de Jesus,
Bispo João Carlos

Pedido de Oração - Metodista Central de Londrina

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