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FESTA NO DESERTO

Não fiquem murmurando, como alguns deles

murmuraram e foram destruídos pelo exterminador.

(1 Coríntios 10:10)

 

Não fiquem murmurando, como alguns deles murmuraram e foram destruídos pelo exterminador. (1 Coríntios 10:10) A cultura da murmuração sempre foi forjada nas oficinas do inferno e só serve para infernizar os outros, além de manter aquele que a espalha, numa prisão sutil  de puro e permanente descontentamento.

É horrível conviver com gente ácida, choramingando às pitangas nos palcos e nos bastidores da vida. Esse samba de um nota só tem sido um dos shows que o diabo tem patrocinado como espetáculo para muitos de nós.

A vida é comparada a um deserto. Não podemos deixar de viver e vivendo, não podemos deixar de aprender a depender da graça de Deus. Encontrar momentos e oásis na presença de Cristo é o desafio de todos nós. Não podemos deixar nossa vida azedar e nos tornar pessoas amargas como por muito tempo viveu o povo peregrino. A murmuração só piora o estado das coisas.

O espírito abatido faz com que o corpo padeça e as relações com os outros piorem. Provérbios afirma: “Todos os dias são difíceis para os que estão aflitos, mas a vida é sempre agradável para as pessoas que têm coração alegre”. (15:15) Como disse

Matthew Henry: “As pessoas que se queixam são as que mais são motivo de queixa”. Acredito que esta seja a tarefa principal do evangelho, é promover a graça, a desconstrução dessa mentalidade de um queixoso impertinente, transformado-o em um pertinente adorador.

Que a sua semana seja repleta da alegria que só o Espírito Santo pode promover.

Pr. Fábio Alcântara

 

É PRECISO CRESCER...

Em II Co 5:17: “E assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura, as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas." E também em João 10:10: "O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância”. Observamos que Deus tem um projeto de vida para cada um de nós. Ele nos fez nova criatura, quando recebemos a Cristo como nosso único e suficiente salvador e Senhor, bem como, nos proporciona condições de vivermos esta nova vida em abundância. Para vivermos essa vida abundante é preciso que a conquistemos, para isso, é necessário aprendermos a guerrear dia após dia, contra principados e potestades do mal, nas regiões celestiais - que é onde tudo acontece antes, fazendo uso do nome que está acima de todo nome: JESUS CRISTO! Está na hora de vivermos um evangelho vivo e cheio do poder de Deus. Quero partilhar quatro princípios bíblicos que nos ajudarão a experimentar essa vida em abundância, que Jesus prometeu para nós:

 

1. Crescendo na Comunhão com o Espírito Em Rm 8:11 lemos: "Se habita em vós o Espírito daquele que ressuscitou dentre os mortos, esse mesmo que ressuscitou a Cristo Jesus dentre os mortos vivificará também o vosso corpo mortal, por meio do seu Espírito, que em vós habita". Crescer na comunhão com o Pai (Espírito) significa Deus acrescentar sua essência em nós. Para Deus realizar isto é necessário morrer para coisas do mundo e permitir que Ele preencha estes espaços agora vazios. Não podemos pensar que o crescimento na comunhão com o Espírito acontece simplesmente ouvindo e entendendo a mensagem da Palavra de Deus, pois crescer na comunhão com o Pai não é adicionar, mas subtrair; é perder para ganhar; é deixando de praticar as coisas do mundo e vivenciando as coisas celestiais. O tanto de crescimento que você tem, depende de quantas coisas você tem abandonado. Não é pela força que crescemos, mas pelo Espírito de Deus. Sua obediência a voz do Espírito resultará no despojamento das coisas do seu interior.

 

2. Crescendo na fé Em I Jo 5:4 lemos: “Porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo e esta é a vitória que vence o mundo a nossa fé". Aprendemos então que, o único meio para se vencer o mundo é a nossa fé. Não é através de adquirir informações sobre Deus, igreja ou mesmo da Bíblia, pois a informação não produz mudança, mas o poder de Jesus sim.

 

3. Crescendo em amor Em I Jo 4:7 lemos: “Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus, e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus". Observe um aspecto do amor fundamental à vida cristã: o perdão - pois aquele que não consegue perdoar os que estão ao seu lado, posto que ele mesmo já foi perdoado através do sangue de Jesus, não é perdoado por Deus e continua debaixo da opressão dos atormentadores – demônios, que encontram habitação para agir nas vidas que guardam mágoas e rancores e não deixam espaço para desfrutar das alegrias que Cristo preparou para aqueles que o amam. Se amamos, perdoamos! É necessário limparmos nosso coração e apresentarmos mãos limpas diante do altar de Deus. Quando aprendemos a perdoar no amor de Jesus, alegramos o coração de Deus.

 

4. Crescendo na Adoração Em Jo 4:24 diz: "Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade". Jesus estava ensinando que adoração ultrapassa o entendimento humano, é um novo relacionamento com Deus, baseado em suas regras de vida. Aprendemos que não é o lugar que nos faz adoradores; não é porque vou a igreja que sou adorador, mas sim porque tenho um relacionamento profundo com Deus. Depois que começamos a vivenciar este crescimento, desfrutamos um novo tempo de prosperidade, em todas as áreas da vida. Pr. Hebert Junker MEDITE “Deus ama você do jeito que você é, mas Ele se preocupa tanto com você que não quer deixá-lo como você está. Ele quer deixá-lo apenas igual a Jesus” (Max Lucado)

 

COISAS VELHAS E COISAS NOVAS

"Entendestes todas estas coisas? Responderam-lhe: Sim! Então lhes disse: Por isso, todo escriba versado no reino dos céus é semelhante a um pai de família que tira do seu depósito coisas novas e coisas velhas" (Mateus 13.51-52).

No mundo evangélico atual, vemos um crescente desprezo pela história; pela tradição; pelas "coisas velhas". Isso, porém, é um tremendo equívoco. Em toda a história do povo de Deus, as "coisas antigas" são alicerces para as “coisas novas” que Deus faz no meio do seu povo.

A verdade é que lendo o evangelho de Mateus com cuidado, perceberemos que o evangelista procura mostrar que Jesus estava profundamente enraizado nas tradições de Israel, sendo fiel a elas e cumprindo cada uma delas. Mas Jesus também trazia a novidade: o evangelho da graça (veja Isaías 61 e Lucas 4). No texto acima é como se Mateus estivesse dizendo: "eu estou fazendo exatamente isso. Estou tirando, do depósito de Deus, coisas novas e coisas velhas". Olhando para esse verso podemos entender que o velho e o novo não se excluem mutuamente. Ambos são essenciais para a vida e, em especial para a vida do crente.

Se olharmos apenas para o passado (para as coisas antigas) não seremos bons escribas (interpretes da lei de Deus). Se olharmos só para o futuro (para as coisas novas) não seremos bons escribas (interpretes da lei de Deus). De fato, o bom escriba está interessadoem ambas as coisas: as antigas e as novas.

Cada uma das nossas igrejas deve ser um testemunho da herança deixada por pessoas que por ela passaram e serviram a Deus antes de nós e ao mesmo tempo deve ser um espaço que nos inspire e nos motive a continuar servindo a Deus em um tempo que é diferente e no qual Deus nos surpreende com novas formas de agir. Todo/a cristão/ã deveria ter em mente esses dois textos que demonstram como a lembrança das coisas antigas e a expectativa das coisas novas podem nos ajudar no presente:

- "Quero trazer à memória o que pode dar esperança"mLamentações 3.21 - (olhar para o passado);
- "Eis que estou a fazer coisas novas na terra" Isaías 43.19 (olhar para o futuro).

Deus o abençoe nesse mês de agosto!

Bispo João Carlos

GIGANTES CRIADOS POR NÓS MESMOS

Golias parou e gritou para as tropas israelitas: “Por que saíram todos para lutar? Eu sou filisteu, e vocês são servos de Saul. Escolham um homem para vir aqui e lutar comigo!” (I Sm 17:8), Existem gigantes que não podemos evitar. Alguns até almejamos enfrentar, como os desafios de uma velhice saudável em vez de uma morte prematura. Então, sabendo que
envelheceremos, podemos nos preparar para essa fase da vida. Ao contrário desses “gigantes obrigatórios”, dificuldades que surgem espontaneamente em nosso caminho, alguns problemas só existem porque os criamos ou imaginamos.

Gigantes evitáveis – Pense na guerra entre Israel e os filisteus. Talvez, com negociações de paz mais eficientes ou diplomatas mais competentes, os dois lados pudessem ter evitado o
confronto. O que queremos mostrar é: a história de Davi começa com a guerra entre os dois povos, mas talvez ela pudesse ter sido evitada.Nossa capacidade de negociar e chegar a acordos pode evitar guerras. Conhecer o inimigo, buscar informações e saber mais a respeito do seu opositor é mais fácil que enfrentá-lo. Na medida do possível, convença seu inimigo a entrar em um acordo. Quantas pessoas não criam problemas para si mesmos por decidirem agir sem dados ou reflexões suficientes? Saber com quem está lidando é essencial para poupar-se de confrontos que podem ser evitados e para resolver os problemas enquanto eles são pequenos.Além disso, se é bom saber se há um Golias do outro lado,também é importante descobrir pessoas talentosas no próprio exército. Pode ser que exista um Davi entre seus soldados e, por falta de liderança e atenção, você não lhe dê a chance de lutar ao seu lado.

Buscar a paz é atitude inteligente e construtiva. O conselho dos Salmos em relação a esse assunto é claro: “Afaste-se do mal e faça o bem; busque a paz e esforce-se para mantê-la” (Sl 34:14). Paulo segue o mesmo caminho: “Nunca paguem mal com o mal. Pensem sempre em fazer o que é melhor aos olhos de todos. No que depender de vocês, vivam em paz com todos” (Rm 12:17-18).

Gigantes criados – Veja os termos “gigantes” como referência a desafios ou problemas. Muitos dos gigantes que enfrentamos são criados por nós mesmos. Por exemplo, todo mundo sabe que o consumo de cigarros aumenta potencialmente o risco de câncer, mas mesmo assim muitas pessoas insistem em fumar.

Da mesma forma alguém que relaxa com sua saúde ou a gestão da carreira também está criando um gigante.Todas essas pessoas estão deixando de evitar uma guerra. Quem age assim prepara o terreno para o exército inimigo. Em suma, estão criando os próprios Golias. Esta é umas das lições mais importantes: algumas das batalhas que enfrentamos são alimentadas por nós mesmos. São germinadas em nossos próprios quintais. Muitos gigantes são criados, e eles podem ser bons ou ruins. Os ruins fomentam nossa destruição, como acontece quando negligenciamos nossa saúde, os relacionamentos, as finanças, etc. Gigantes imaginários – Algumas das preocupações que nos atormentam nunca chegam a se concretizar. Já pensou nisso? Ficamos paralisados e ansiosos diante de obstáculos que na verdade não existem. Tenha uma vida correta e sóbria para evitar os gigantes desnecessários, mas não perca sua paz imaginando tragédias. O melhor conselho a esse respeito veio de Jesus: “Portanto, não se preocupe com o amanhã, pois o amanhã trará suas
próprias inquietações. Bastam para hoje os problemas deste dia” (Mt 6:34).

Extraído do livro “Como vencer gigantes”.

Pedido de Oração - Metodista Central de Londrina

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